quinta-feira, 31 de maio de 2012

no name



E nunca importará com quantos eu saia,
Depois que te vi, te conheci, que te tive em mim...
Não importará quantos me desejem;
Não importará quantas vezes eu parta meu coração...
Ou quantas vezes eu venha a chorar, a cair, a sentir dor...
Nunca importará o quanto eu me sinta incapaz, ou fraca
Por te amar assim, por me apaixonar pelo proibido;
Pelo doloroso...
Mas foi teu sorriso o culpado, teu olhar sereno, tua boca tão linda...
fui atraída, como uma mariposa à luz...
Aos poucos me dominaste como nenhum...
E hoje me encontro lutando, para desistir de tudo que me fizeste...
De tudo que construíste em mim...
Apenas por que você me pediu...

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